terça-feira, 27 de novembro de 2007

Raízes

Molvia

História da Moldávia

A Moldávia é um pequeno país da Europa de leste, limitado a norte, leste e sul pela Ucrânia e a oeste pela Roménia. A sua capital é a cidade de Chisinãu (Quichinão).
No século xv, o Reino da Moldávia era um importante centro regional de poder que ocupava a Bassarábia, a Moldávia Ocidental e a Bucovina.
Em 1812 a região foi dividida pelo tratado de Bucareste, a Bassarabia localizada entre os rios Prut e Dniestre, foi entregue pelo império Turco – Otomano à Rússia.
Em 1878, a Roménia proclamou a independência e englobou a Moldávia Ocidental. Os russos controlaram a Bassarábia até a 1ª Guerra Mundial. Em 1918, a Bassarábia uniu – se a Roménia, tendo o território sido incorporado na URSS no fim da 2ª Guerra Mundial.
A Moldávia é independente desde 1991.


Dados geográficos

Nome: República da Moldávia
Área: 33 843 km-2
139º Maior país do mundo
Capital: Chisinãu
Moeda: léu moldavo
Língua oficial: Moldavo/Romeno
População: 4 320 490 habitantes
122º País mais populoso do mundo
Dia Nacional: 27 Agosto – Dia da Independência (1991)
Total de imigrantes em Portugal (2005): 14 002 Léu Moldavo


A Religião

Na Moldávia, a maioria da população é ortodoxa (98%), o que significa que interpreta a religião católica de uma maneira um pouco diferente. Dois bons exemplos são o facto de os padres poderem casar e o baptismo ser feito por imersão e não apenas deitado um pouco de água na cabeça da criança.



Feriado nacional

No dia 1 de Março, na Moldávia celebra–se o MARTISOR, que simboliza o ressurgimento da Primavera, após os longos meses de Inverno. Neste dia, os homens oferecem às mulheres uma flor e um martisor, que significa “Marçozinho” e é composto por um pequeno pin, atado com uma corda feita com dois fios um vermelho e um branco. Estes pendentes devem ser usados no lado esquerdo do peito, durante toda a semana, até ao dia das Mulheres – 8 de Março (mas, em algumas regiões, o MARTISOR usa-se do dia 1 dia de Março até ao dia 1 de Abril, e a seguir pendura-se a uma árvore).


A BANDEIRA NACIONAL DA MOLDÁVIA

A Bandeira Nacional da Moldávia é formada por três cores que são: o azul, o amarelo e o vermelho.

Cor azul – representa a água
Cor amarela – representa o ar
Cor vermelha – representa o fogo
A águia – representa o poder
A cruz – representa a confiança
O ramo de azeitonas – representa a natureza
A arma de ferro – representa a independência
O touro – representa a legenda do país
A estrela – representa o calor do país
A flor – representa a floresta
A lua – representa a luz



A Bandeira Nacional da Moldávia foi aprovada pelo Governo em 27 de Agosto de 1991.
A Bandeira da Roménia apresenta as mesmas cores que a Bandeira da Moldávia, só não tem os outros símbolos.



A Bandeira da Moldávia



Expressões do dia-a-dia!


Olá! - Noroc!
Bom dia! – Bunã dimineata!
Boa tarde! – Bunã ziua!
Boa noite! – Noapte bunã!
Adeus – La revedere
Tudo bem? – Totul bine?
Onde moras? – Unde traiesti?
Obrigado – Multumesc
Por favor – Te rog frumos

Frutos
Maçã – mãr
Pêra – prasadã
Banana – banana
Melancia – harbuz
Melão – zamos
Laranjas – apelsinã
Morango – capusune
Limão – limon
Framboesa – malinã
Cereja – ceresi
Pêssego – persic
Uva – poamã

Números


1 um – unu
2 dois – doi
3 três – trei
4 quatro – patru
5 cinco – cinci
6 seis – sase
7 sete – sapte
8 oito – opt
9 nove – nouã
10 dez – zece

Olesea e Nicole

Ciências e Tecnologia

Piranhas


As Piranhas têm uma reputação temível. Os seus dentes, afiados como lâminas, são capazes de arrancar e dilacerar a carne dos animais numa questão de minutos. As piranhas comem frutos e sementes, assim como seres vivos.
As piranhas trabalham em grupo a fim de dilacerar e desfazer as criaturas em pedaços.
É extremamente perigoso para os animais, incluindo os seres humanos, nadarem em águas infestadas com piranhas.



Glossário:

Dilacerar – despedaçar; rasgar com violência; afligir.

Miguel Marques

Ciências e Tecnologia

OS BURACOS NEGROS

Em finais do séc. XVIII foi sugerida a existência de astros suficientemente maciços para impedirem que a luz se escapasse. Tais astros foram efectivamente descobertos, mas de forma indirecta, pelos efeitos que produzem…
A passagem do tempo
Fica muito alterada nas proximidades de um Buraco Negro…

Sabia que, além dos buracos negros de origem estrelar, existem também os buracos negros denominados «hipermaciços», no centro de algumas galáxias, que têm uma massa equivalente à de vários milhões de estrelas…?
Tiago

Ciências e Tecnologia

OS TORNADOS

Os tornados são turbilhões atmosféricos, mais reduzidos que os ciclones tropicais, com um diâmetro inferior a 1km. O tempo de um tornado é normalmente curto (minutos ou horas), a evolução de um tornado é difícil de prever. No estado máximo, o tornado pode produzir velocidades do à superfície acima dos 500km/h (caso de um tornado no grau 5)

Os tornados são designados por super células.
Os tornados são sistemas muito raros à escala mundial.

A palavra tornado é de origem castelhana. Ocorrem normalmente entre as 15 e as 21h.

O tornado aspira tudo o que encontra pela frente: poeira, água, árvores, automóveis, casas, etc. Um tornado pode secar, de um momento para o outro, um lago ou um curso de água.



OS VULCÕES

Os vulcões em todo o mundo estão a quecer a uma velocidade alarmante. A terra pode estar à beira de uma série de erupções vulcânicas desastrosas.

Magmas primários provêm de câmaras magmáticas posicionadas a profundidades da fonte que normalmente oscila entre os 50a100 km, onde ocorrem concentrações de calor.

O vulcão Etna é um dos vulcões mais activos do mundo, que se situa na Itália. Causou a morte de mais de 20 mil pessoas no dia 8 de Março de 1669. O Etna está localizado a 3.340metros de altitude, na costa oriental da ilha italiana da Sicília. A erupção de 1669 destruiu a cidade de Catania, localizada em uma das encostas do vulcão.



OUTROS FENÓMENOS

Os ciclones têm origem nos trópicos, sobre o oceano. São geralmente acompanhados por chuvas torrenciais e grande agitação marítima, com consequências desastrosas. A velocidade dos ventos chega a atingir os 200km/h. Em 1963, em Taiwan, um ciclone foi responsável pela queda de 2metros de chuva num único dia! Durante o século XIX, na Índia, um violento maremoto fez subir 12metros o nível das águas, causando a morte a250 000 pessoas!

Trovões: de repente o céu ilumina-se com um raio ziguezagueante resultante das descargas eléctricas entre o céu e a terra ou entre duas nuvens, ao mesmo tempo que um relâmpago nos cega. Segue-se o tenebroso ribombar do trovão que teve origem na formidável subida da temperatura e na libertação de energia. Dentro em pouco começam a cair grossos pingos de chuva. O raio é a descarga eléctrica mais violenta. Ao cair no solo, os estragos são consideráveis. Os raios podem ser atraídos por objectos ponteagudos como rochas, árvores e até mesmo uma vaga em pleno mar. Os raios mais violentos podem libertar uma energia que chega a atingir 30 000ºC (cinco vezes superior à temperatura que se regista na superfície do sol)

Auroras: o sol projecta partículas eléctricas sobre o nosso planeta. Nos pólos, o campo magnético encarregado de as deter forma uma espécie de rolo afunilado que acaba por encaminhá-las em direcção ao solo. Desta forma, os gases atmosféricos atingidos pela radiação solar tornam-se luminosos, fazendo desfilar no céu, a uma altitude que vai dos 110 aos 400metros, assombrosos «panejamentos» verdes, dourados ou arroxeados. Na Primavera e no Outono os habitantes dos pólos podem admirar estas auroras polares. Nas regiões setentrionais tomam o nome de auroras boreais, enquanto a sul se chamam auroras austrais.


UM CÉU COM VÁRIOS SÓIS: nos Pólos, os inumeráveis cristais de gelo em suspensão no ar reflectem a luz do sol, dando origem a ilusões de óptica e a jogo de luz. Por vezes tem-se a impressão de que há vários sóis a flutuar no céu.
Estes fenómenos podem igualmente ocorrem noutras regiões quando se verifica uma acumulação de nuvens a diferentes altitudes.




Tiago

Raízes

Provérbios

Grão a grão enche a galinha o papo;
Vão-se os anéis e ficam os dedos;
Cão que ladra não morde;
Quanto mais depressa, mais devagar;
Burro velho não aprende línguas;
O hábito faz o monge;
Vão as vacas e ficam os bois;
Gato escaldado de água fria tem medo;
Sape gato lambareiro, tira a mão do açucareiro;
Vitória, vitória acabou–se a história;
Quem tudo quer, tudo perde;
Entre marido e mulher ninguém mete a colher;
Mais vale um pássaro na mão que dois a voar;
Deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer;
Quem semeia ventos, colhe tempestades;
Quem muito dorme, pouco aprende;
Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto;
Os homens não se medem aos palmos;
Cão mordido, todos o mordem;
A cavalo dado não se olha o dente;
Gota a gota o mar se esgota;
Palavra puxa palavra;
A palavra é de prata, o silêncio é de ouro;
A bom entendedor meia palavra basta;
Quem fala semeia, quem escuta colhe;
Se queres ser bom juíz ouve o que cada um diz;

Rita e Rafaela

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Personalidade do Mês





Margarida Fonseca Santos



Nasceu em Lisboa, a 29 de Novembro de 1960.
Margarida Fonseca Santos é completamente apaixonada pelo marido, Nuno Santos, pelo Miguel e pelo Rui (os filhos), pela vida, pelas crianças e jovens, pelas idas e vindas da vida que, tão bem, transporta para as histórias!

Tirou um Curso Superior de Piano no Conservatório. Tinha como objectivo ser professora de Formação Musical, no ensino vocacional. Deu aulas no Conservatório Nacional, no Instituto Gregoriano de Lisboa e foi professora de Pedagogia na Escola Superior de Música de Lisboa entre 1990 e 2005.
Sempre gostou de ouvir e inventar histórias, mas só começou a escrevê-las em 1993.
É membro fundador do CLIC – Clube de Literatura, Ilustração e Comp.a, onde orienta ateliês de escrita criativa com crianças e professores.
Foi responsável pela coluna «Crescer a Ler», do Suplemento de Educação do «Jornal de Letras». Foi responsável pelo apontamento «Bicho-de-conta» (contos para crianças), Antena 1, Programa ”À Volta dos Dias”.
Participou como autora no projecto escreBITores, Ministério da Ciência e Tecnologia-uARTE (intercâmbio de escrita pela Internet- escolas do primeiro ciclo do Ensino Básico).
Trabalhou no Projecto MUS-E Portugal ( Yehudin Menuhin Foundation) como animadora nas áreas de Conto/Escrita Criativa e Música, fazendo neste momento parte do seu Conselho Artístico.
Frequentou cursos de escrita criativa na Aula do Risco (com Miguel Viterbo e João Louro) e no Teatro da Trindade (com Luís Mourão).
Escreveu peças infantis e o texto no Musical “ O Navio Dos Rebeldes” para o teatro da Trindade e ainda o libreto da ópera infantil “ O Achamento” para a Focu Musical.
Frequentou o Curso Guião e Dramaturgia da Imagem, no Instituto Cervantes (com Hortensia Toln) e o curso Argumento para Curtas-metragens, na Restart (com Possidónio Cachapa).
Paralelamente, trabalha treino mental para a performance, o estudo, gestão.
O livro que Margarida mais gostou de escrever foi o “ Aprendiz de Guerreiro”.
A autora, quando era mais pequena, não tinha o hábito de escrever textos ou livros sem os/as professores/as lhe pedirem.
As ideias para os livros não surgem, ela escreve as histórias com as coisas que lhe acontecem no dia-a-dia.
A autora escreveu o seu primeiro livro com 32 anos.




Algumas obras:

I. “O pirilampo sem luz”
II. “Histórias de papel e lápis”
III. “O Peixe azul” – Livro do Mês
IV. “Será que tudo me acontece por acaso?”
V. “Primeiro ano de uma Escola Fantástica” \ O segundo ano de uma Escola Fantástica”
VI. “Uma prenda muito especial”
Mafalda, Adriana e João Curto